21 Jul A Voz na Comunicação Empresarial: Como pode ajudar a sua empresa?

A voz corresponde à comunicação não verbal e é o motor da fala. Mais o que falamos, o que importa é como o fazemos em uma relação pessoal ou profissional pelo impacto positivo ou negativo que causamos. Assim sendo, devemos estar atentos a parâmetros como: respiração, projeção e altura vocal, ênfases e inflexões, ritmo e pausas, dicção, entre outros. Dominá-los é fundamental e não se trata de termos vozes ou corpos “mecanizados” e, muito menos pessoas a mentir, mas buscarmos uma comunicação mais expressiva.

Barreiras que causam ruídos na comunicação como um gesto repetitivo ou incoerente; um vício de linguagem; uma voz pouco enfática e aguda ou com uma ressonância nasalizada deve envolver um trabalho de perceção e ajuste. Existem métodos, técnicas, exercícios, que só um especialista com formação científica é capaz de utilizar para avaliar, diagnosticar e desenvolver um trabalho personalizado, a fim de proporcionar resultados visíveis e audíveis.

Comunicar é um processo natural, por isso nem sempre as pessoas atentam-se para isso. Mas somos capazes de perceber em uma conversa o que desagradou. Podemos não saber identificar, mas temos noção quando uma pessoa mostrou-se menos simpática ou pouco interessada. A comunicação é uma via de mão dupla e os insucessos podem ter aí a sua explicação. Logo, estabelecer uma comunicação eficaz é crucial para evitar más interpretações, de ambos os lados.

Além disso, uma empresa envolve colaboradores, parceiros, fornecedores, distribuidores, clientes e concorrentes, que fazem parte de uma negociação. Nos primeiros segundos, acrescida a linguagem corporal, o sucesso ou o fracasso de uma negociação podem já estar determinados. Assim, uma comunicação assertiva em um primeiro contato é fulcral. Existem simbolismos e significados, presentes na voz e no corpo, que juntos devem estar coerentes com as nossas palavras e sentimentos. Isso é essencial para atender, vender ou transmitir uma ideia.

Em suma, todos tivemos experiências com um atendimento presencial ou telefónico, uma apresentação em público ou de um projeto, a condução de uma reunião ou negociação. O que podemos concluir é que quem comunica melhor, expõe melhor o serviço, o produto, porque gera empatia, cria um elo e deteta as necessidades do outro, além de ser capaz do poder de argumentação e persuasão e, com isso, pode obter maior garantia de sucesso nos negócios.